sábado, 24 de setembro de 2022

REUNIÃO ONLINE, DIA 26 DE SETEMBRO, SEGUNDA FEIRA ÀS 19h, PELO GOOGLE MEET.


 O SIMSED CONVIDA TODAS AS TRABALHADORAS E TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO DE GOIÂNIA PARA PARTICIPAREM DA REUNIÃO ONLINE.

DIA 26 DE SETEMBRO DE 2022, SEGUNDA FEIRA, 

ÀS 19H, 

PELO GOOGLE MEET.


PAUTA

● DATA-BASE 

●CONCURSO 

● OUTRAS PAUTAS DA CATEGORIA. 

sexta-feira, 23 de setembro de 2022

SOBRE A DATA-BASE DE 2022 E VELHOS CAMINHOS QUE NÃO NOS SERVEM MAIS


 


Foi anunciado na semana passada o envio do projeto da data-base de 2022, cujo pagamento só será realizado no final de dezembro, sem retroativo. Coincidentemente, ou não, o sindicato da carta sindical (do estado, diga-se de passagem), havia chamado a categoria para um ato na câmara municipal essa semana. 


Depois desses acontecimentos, foi anunciado por portais de imprensa que o prefeito iria pagar a data-base de 2022 integralmente no final de setembro. Porém, o que vai chegar para a Câmara Municipal é apenas o projeto, do jeito que o prefeito quer. Para pagar no final de dezembro.


 Já os planos de carreira que vão chegar na câmara são de outras categorias do administrativo, não tem haver com a educação. Fomos deixados de fora dessa pelo outro sindicato que se coloca como representante dos trabalhadores do município.


Todo o atraso no pagamento da data-base de 2022 gera, desde a greve, uma grande insatisfação dos trabalhadores administrativos da educação. O sindicato dito oficial usa da justa indignação da categoria para transformar os atos em palanque para político, e assim manobra a revolta para não incomodar o prefeito.


Não é por menos que tal sindicato chamou o ato apenas agora, com o projeto chegando na câmara. Assim, estão pregando aquela mesma ilusão do fim da greve, de bater palmas para vereador, e assim pedir encarecidamente que nos concedam alguma esmola.



 Prega a ilusão de que é possível convencer os vereadores a fazer algo, sendo que os vereadores não vão fazer nada, o poder tá com o prefeito.  O vereador mais próximo do sindicato, que chamou tal ato, é hoje justamente o líder do prefeito na câmara, Anselmo Pereira. Que em entrevista a um portal de imprensa colocou como tudo de bom o pagamento da data-base apenas em dezembro.


 Sabemos o fim disso, na greve o projeto passou praticamente como o prefeito queria, e agora é provável de não aparecer nenhuma esmola, já que não temos o poder de barganha de uma greve para pressionar.  


 Então corremos um grande risco de o projeto a ser enviado ficar exatamente como o prefeito quer. Ele paga a data-base no fim de dezembro, passando a impressão à categoria de que já estaria quite com a data-base de 2023 também, que já vence em janeiro próximo. 


Os atos na câmara , se tal sindicato continuar convocando, vão servir apenas para drenar a revolta da categoria. Como a greve já nos mostrou. 


Portanto, o Simsed convoca os administrativos a seguirem pelo caminho combativo da luta, sem ilusão com sindicato que acabou com greve sem acordo assinado, e com discursos de vereadores que historicamente estiveram contra as demandas da educação. 


No dia 20, a verdadeira ação combativa e independente da luta foi a reunião do Simsed em conjunto com a defensoria pública. Nem por isso, deixamos de saudar a categoria que participou do ato na câmara municipal, mas a convidamos para participarem das próximas ações do simsed. 


Ações essas sem ilusão com o oportunismo!

quarta-feira, 21 de setembro de 2022

REUNIÃO DO SIMSED COM A DEFENSORIA PÚBLICA.

 




No dia 20 de setembro, a Defensoria Pública do Estado de Goiás (DPE - GO) recebeu o SIMSED - Sindicato Municipal dos Servidores da Educação de Goiânia, acompanhado dos Advogados da ABRAPO. Essa reunião, solicitada pelo SIMSED, teve como objetivo apresentar inúmeras demandas referente ao descumprimento da legislação pela Prefeitura de Goiânia em relação à Educação Municipal.


O ponto principal apresentado, que é o que tem nos angustiado enquanto trabalhadores, é a Tabela Salarial dos administrativos, que vem sendo negligenciada gestão após gestão, ao ponto de praticamente inexistir a aplicação do Plano de Carreira. 


A ABRAPO fez um estudo em que demonstra o não cumprimento como deveria das progressões verticais e horizontais, desrespeitando assim o Plano de Carreira.


Representada na reunião pelo Dr. Tiago Bicalho, coordenador do Núcleo de Atendimento Inicial da Defensoria Pública e titular da 5ª Defensoria Especializada de Atendimento Inicial da Capital, a Defensoria colocou-se à disposição para atuar nesta pauta e nas outras apresentadas, assim como qualquer outra que possamos apresentar futuramente. 


Entregamos um oficio, contendo um resumo dos problemas emergentes e urgentes. Nessa primeira reunião não foi possível abordar todas as demandas, mas estaremos levando-as periodicamente, fomentando possíveis ações coletivas pela Defensoria Pública em defesa dos Trabalhadores da Educação.


Segue abaixo o ofício entregue e a nota da DPE -GO.



http://www2.defensoria.go.def.br/noticias/3577

sexta-feira, 2 de setembro de 2022

SAUDAÇÕES COMBATIVAS À PARALISAÇÃO DO CMEI JARDIM PRIMAVERA!







 

SAUDAÇÕES COMBATIVAS À PARALISAÇÃO DO CMEI JARDIM PRIMAVERA!

Na terça-feira, 30 de agosto, um dia após a agressão física sofrida pela diretora, além da verbal e moral por ela e demais funcionárias(os).

As(Os) Trabalhadoras(es) do Cmei Jardim Primavera, demonstraram resistência e força ao  paralisarem as atividades na instituição. Realizaram na porta do Cmei e na avenida do setor, um importante ato exigindo respeito ao exercício da profissão.

Saudamos a forma combativa com que as/os profissionais se uniram, sem temer qualquer retaliação, e até mesmo, um possível corte de ponto, o que será absurdo, ao que, nós do Simsed, prontamente nos colocaremos a disposição para a defesa.

Membros do Simsed e também de outras instituições de ensino participaram desse ato, demonstrando solidariedade e apoio. O Simsed ofereceu também seu apoio jurídico.

Por fim, cobramos da SME um respaldo para que as profissionais mais afetadas pela violência e ameaças, possam trabalhar sem passar novamente por tais situações covardes. Começando pela SME por valorizar e defender seus servidores, deixando de   colocar a comunidade contra as/os funcionárias, como sempre fez e faz.

Raramente a SME apoia os seus servidores, ao contrário, acaba por conceder poder para que várias as famílias (não todas, claro!) se sintam no direito de  desvalorizar, destratar e agredir - seja física, verbal ou moralmente - as/os servidores.

No outro dia a SME, de maneira hipócrita, organizou um ato em que só compareceram diretores e apoios, todos vestidos de branco, para um "abraço" simbólico na instituição.

Enquanto isso, o CMEI funcionava normalmente com as funcionárias que foram vítimas, trabalhando a pleno vapor, afinal, "a máquina não pode parar".

A SME não apresentou nada de concreto em auxílio as vítimas. Afinal, o que irão fazer?

Interessante, é que SME e prefeitura, não pensam duas vezes ao abrirem processo administrativo para  punir profissionais da educação que lutam por direitos que beneficiam a todos, inclusive aos servidores da própria SME e os apoios das CREs. Mas, na hora de agir em defesa das profissionais agredidas dentro do ambiente de trabalho, onde deveriam ter respaldo e segurança, não oferecem nenhum auxílio real.

Exigimos respeito, dignidade e tranquilidade para trabalharmos! Comecem por nos respeitar e nos valorizar!


terça-feira, 30 de agosto de 2022

NOTA DE REPÚDIO À AGRESSÃO SOFRIDA PELA DIRETORA DO CMEI JARDIM PRIMAVERA


 

O SIMSED vem manifestar toda solidariedade à diretoria do *CMEI* Jardim Primavera, assim como à todas(os) as(os) funcionárias(os) vítimas de agressão verbal e ameaças.


Cabe ressaltar que situações como estas têm sido rotineiras, em que a sociedade manifesta a forma violenta e odiosa com que o Estado (enquanto instituição) trata a educação pública e os profissionais que nela atuam. Lembramos consternados, o fato recente da professora assassinada pelo ex-aluno, entre outros casos de violência que os trabalhadores da educação vêm sofrendo.


O que gera essa violência?


Esse cenário de agressões aos educadores é a manifestação de todo o ódio e desprezo que o Estado e seus governantes, em todas as esferas, expressam contra os servidores públicos e trabalhadores da educação em geral.


Em especial neste período de pandemia, em que vários representantes do poder público incitaram a população contra os professores, os acusando de não estarem trabalhando, jogando a sociedade contra a categoria, ou seja, povo contra povo!


Junto à essa manifestação, aproveitaram o momento para justificar a imposição  da política de desvalorização salarial;  além da desconsideração desses dois anos trabalhados para a aposentadoria; e mais um conjunto de péssimas condições de trabalho oferecidas: Superlotação das salas de aula; excesso de cobrança e trabalho burocrático; etc…


No caso da professora assassinada, de um lado existe a história de um jovem vulnerável às drogas, como a maioria dos jovens pobres sem perspectiva neste país e no mundo, onde não há espaço para os pobres. Do outro, profissionais que lidam, diariamente, com o tráfico dentro das escolas, arriscando a própria vida,  já que a escola reflete os problemas sociais existentes, promovidos e negligenciados pelo Estado.


Violência que atinge também nossas crianças doentes através do descaso do Estado, que não se responsabiliza pelas situações mais urgentes e joga essa responsabilidade para a própria família ou para as instituições educacionais.


Essas são análises do contexto geral, são os desencadeadores dessas situações que estouram sobre os profissionais. E o Estado é o principal responsável por tudo isso!


*Exigimos: Responsabilização individual e do Estado*


No caso do CMEI, ao manifestar essa agressividade e todo esse repúdio do Estado aos educadores, essa mãe, que pretendia deixar seu filho com 38.8°C de febre na instituição, precisa ser punida, *pois não iremos aceitar esse desrespeito e essa violência contra nós!*

Assim como, o jovem que assassinou a professora deve ser responsabilizado pelo que fez. 


*Não aceitaremos que tais atitudes sejam naturalizadas e generalizadas*. Esperando que essas pessoas se revoltem contra seus verdadeiros algozes e não contra nós, que também somos vítimas do descaso e abandono.


O Estado e seus governantes têm toda a culpa nos episódios mencionados.


À servidora agredida, nosso sincero abraço e consolo. E à família envolvida, esperamos que essa mãe enfrente  as medidas judiciais cabíveis, e que repense sobre a atitude tomada e passe a respeitar os profissionais que tanto fazem pela educação de seu filho. *Recado esse para todas as famílias que muitas vezes descontam nos profissionais da educação os problemas causados pelo Estado e seus governantes.*


Necessitamos do apoio e respeito das famílias, não do ódio e da violência. 


A educação está em luto por esta agressão contra a diretora do CMEI Jardim Primavera e por tantas outras  agressões cotidianas que não chegam à mídia.

quinta-feira, 25 de agosto de 2022

NOTA EM SOLIDARIEDADE AO PROFESSOR DA REDE ESTADUAL MAIKON DOS SANTOS.

 



O governo de Ronaldo Caiado, junto a secretaria estadual de educação, abriram um processo administrativo contra o professor Maikon Dos Santos, dois anos após ele publicar um texto em seu Facebook onde criticava de maneira enfática a forma de governo do atual governador, e a situação precária que servidores e alunos viviam e que ainda vivem em suas escolas. 


A abertura do processo administrativo é mais uma tentativa de silenciar um professor por ele ter se posicionado criticamente em defesa de uma escola pública de qualidade e contra a política de precarização impostas pelo atual governo.


Mais do que isso, a perseguição é uma tentativa de silenciamento de toda uma categoria, onde cada vez mais a liberdade de expressão busca ser cerceada, e com ela todas as formas de luta. O governo tenta criar cordeirinhos que abaixam a cabeça para todos os desmandos que o estado promove de cima para baixo, massacrando os trabalhadores, precarizando a escola pública e inviabilizando o direito dos filhos da classe trabalhadora de terem acesso ao saber. 


Toda solidariedade e apoio ao professor Maikon! 


Pela Liberdade de expressão e pelo direito de lutar!

quarta-feira, 24 de agosto de 2022

ATENÇÃO! COLEGAS ADMINISTRATIVOS DA EDUCAÇÃO Administrativos da Educação*,


Parece "fofo" ver o Sintego fazendo alguma coisinha, ou melhor seria um "ufa, finalmente", mas não é nada disso, é OBRIGAÇÃO E ESTÃO ATRASADOS!


É bom lembrar que estão agindo por conta desses fatores:


-  Pressão da categoria, cobrança dos acordos da greve, as ações do Simsed, etc.


- Por fins eleitoreiros, como parte da campanha da candidatura da Sra. Eusébia (Bia).


Agora vamos à análise:


Em relação ao PEDIDO de  reformulação do Plano de Carreira, a pressa em protocolar a minuta do Plano no Paço foi para correr atrás das demais categorias que já levaram suas propostas e o sintego não tinha feito nada.


Embora seja uma proposta sedutora, carece de assegurar mecanismos para evitar defasagem. Não basta a elaboração com valores nominais se não garantir a permanência do valor real.


Nesse sentido, vale questionar: em que estudo a tabela foi abalizada? No Dieese?  Partiu de qual indexador? Sabemos que valores nominais são passíveis de corrosão imediata se não estiverem atrelados a algum indexador. Precisamos de mais esclarecimentos.


Os valores propostos no Plano de Carreira parecem justos, MAS, provavelmente, não terão aval do Paço Municipal.


Sobre a Data Base de 2022:



Todos sabem que a prefeitura tem má vontade em proporcionar melhorias aos servidores Administrativos da Educação, mas em contrapartida, está prestes a aumentar salário de outras categorias.


Hoje, 23/08/22, a prefeitura continua dando sinais de mais calote em cima dos Administrativos da Educação.


O não pagamento do reajuste da data-base de 2022 significa que muitos de nós, administrativos, continuaremos passando fome e enfrentando dificuldades financeiras devido a escalada da inflação no país que faz com que qualquer comprinha no mercado leve embora grande parte da nossa renda.


Lembrando que a urgência é a fome de muitos dos trabalhadores administrativos. E a Data-base 2022 é pra isso: pôr comida na mesa do trabalhador. 


Colegas, é a nossa luta que fará a diferença! Precisamos ir pra rua! Tanto para melhorar nossa carreira, bem como para conquistarmos nosso direito à data-base de 2022 e às Progressões.


Educação na rua já! Cumpra as promessas da greve, Rogério Cruz!

sexta-feira, 19 de agosto de 2022

O SIMSED SE REUNE ONLINE COM AS TRABALHADORAS E TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO E DELIBERA OS PRÓXIMOS PASSOS DESTA JORNADA DE LUTA!!!

 O Simsed reuniu-se online no dia 16 de agosto de 2022, às 19h, para deliberar sobre os próximos passos desta jornada de luta pelos direitos negados pelo prefeito aos trabalhadores da Educação em Goiânia. 


No primeiro momento, foi feito um informe com um balanço do último ato na Câmara, dia 11. Foi avaliado como muito positivo para o acender da chama para mais uma jornada de luta, visto que as promessas feitas pelo sintego, naquele teatro horroroso do final da greve não foram cumpridas. 


No debate da reunião, os trabalhadores trouxeram inúmeros problemas enfrentados, entre eles estão o já enfatizado descumprimento da data-base e do piso, o problema gravíssimo do Imas, profissionais com prazo de Estágio Probatório cumprido que não avançaram para Estável, os Contratos temporários após a greve sofrendo assédio para trabalhar na Reposição injustamente e os ataques fascistas contra os trabalhadores através de Processos Administrativos sem fundamento legal. 


Também foi colocado como pauta importante o apoio à luta dos aprovados no concurso para o chamamento de todos os aprovados para resolver pelo menos parcialmente o absurdo quadro de déficits existente na Rede Municipal de Ensino.


As ações deliberadas foram:


• Abrapo (Associação Brasileira dos Advogados do Povo) agendar uma reunião na Defensoria Pública antes do Ato no MP;


•Ato no MP (01/09, quinta-feira);


•Fazer um documento (Ata) em coletivo nas instituições, sobre o calendário de reposição da greve. Simsed fará um exemplo/modelo) como referência;


•Entrar com processo administrativo e judicial 

 para os Administrativos avançarem nas letras no Plano de Carreira;


•Fazer uma Nota em solidariedade ao professor Maicon que sofre perseguição política;


• Realizar estudo sobre os precatórios; 


• Estudar a possibilidade de uma associação/cooperativa para a saúde;


• Pressionar na SME para os trabalhadores que já cumpriram o prazo legal, sair do probatório. (fazer uma nota explicando os processos para dar andamento).


É importante que todos elevem sua consciência de classe e assumam a luta pelos seus direitos em cada instituição e nas ruas para alcançarmos mais conquistas e barrar os ataques do Poder Público!


Avante!!!

segunda-feira, 15 de agosto de 2022

PREFEITO NÃO PAGOU A DATA-BASE DE 2022 E AINDA DESCONTOU DO SALÁRIO DOS AGENTES DE APOIO

 


O SIMSED denuncia mais uma atitude absurda da Prefeitura de Goiânia, que foi *tomar de volta mais de R$ 100* no salário dos Agentes de Apoio: trabalhadores(as) da cozinha, limpeza e portaria, o grupo mais precarizado na Educação Municipal.


Segundo alguns trabalhadores administrativos que foram em busca de informações na Folha de Pagamento da Prefeitura, a alegação é que o valor referente à *data-base de 2020 e 2021 foi pago indevidamente aos agentes de apoio que "não têm esse direito porque já receberam aumento em janeiro, de R$ 1100 para R$ 1212"*, assim, não tem direito ao valor que foi descontado agora.


*É importante lembrar que conforme o SIMSED afirmava, durante a greve*, que isso ocorreu por conta dos *Trabalhadores Administrativos receberem  complemento salarial embutido no vencimento* para chegar ao salário mínimo. E que, também, o pagamento da data-base de 2020 e 2021, sem o pagamento do ano de 2022, *não traria reajuste real dos vencimentos se o salário fosse reajustado em cima da tabela de 2019*.


Sobre a tabela salarial atual, ressaltamos a sórdida manobra do prefeito ao não conceder o reajuste sobre o salário mínimo à maioria dos Administrativos do TAE, que recebiam complementação salarial. Com isso, quem está no  Nível I, de A à J, e no Nível II, das letras A à D, continuam tendo um salário menor que o mínimo, o que é ILEGAL, precisando assim receber complemento salarial, já que o estatuto do servidor determina que nenhum trabalhador receba menos que o salário mínimo. Isso acontece porque não recebem corretamente as datas bases, que é uma obrigação constitucional da prefeitura, com isso, estão com seus vencimentos inferiores ao salário mínimo. O prefeito usou do percentual de 9,32%, das datas bases de 2020/2021 para complementação salarial, por isso, retirou o reajuste do salário de milhares de administrativos nesses mês. Reivindicamos que esse reajuste seja incidido sobre o salário CONSTITUCIONAL, pois esses servidores não têm que pagar pelas inúmeras datas bases que a eles não foram concedidas, achatando assim seus vencimentos. Não podemos aceitar essa imoralidade!

Por isso, é imprescindível o pagamento da data-base de 2022.


Sobre *a devolução,* a prefeitura adotou mais uma vez uma postura autoritária,  descontando sem fazer nenhuma discussão com os trabalhadores *e sem nenhuma justificativa oficial à categoria.*


Por isso temos que retomar a luta e nos mobilizar para os próximos atos.


Os(as) Trabalhadores(as) da Educação Municipal estão sentindo-se "enganados e roubados" pela Prefeitura. E você: também se sente assim? *Vamos juntos lutar por nossos direitos e valorização do trabalho.*


Reunião online do Simsed, dia 16 de agosto, Terça-feira às 19 horas.

REUNIÃO ONLINE- PAUTA: AÇÕES PARA A Jornada DE LUTAS!!!

 


O SIMSED CONVIDA TODAS AS TRABALHADORAS E TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO PARA PARTICIPAREM DAREUNIÃO ONLINE.

DIA 16/08/22
19H, PELO MEET.

PAUTA: 
•AÇÕES PARA A JORNADADE LUTAS!!!
•DATA-BASE 
•PISO
•OUTROS ASSUNTOS 

O link será disponibilizado minutos antes da reunião. 

SÓ UNIDOS NA LUTA, QUE ALCANÇAREMOS VITÓRIA!!!