O SIMSED, por meio do seu setor jurídico, entrou hoje com uma ação judicial cobrando da prefeitura de Goiânia a data-base de 2020 para os servidores Administrativos da educação.
Em meio a uma grande alta inflacionaria, os servidores Administrativos da educação estão com seus salários bastante defasados pois, há mais de um ano, não acontece qualquer reajuste. E ainda querem aumentar a alíquota previdenciária, deixando o salário desses trabalhadores ainda mais defasados.
É importante ressaltar que a prefeitura de Goiânia concedeu recentemente reajuste aos auditores fiscais, e também a câmara de Goiânia tem projeto pra aumentar o salário de vereadores e prefeitos.
O número de protocolo, pra quem quiser acompanhar o processo, é 5658366-15.2020.8.09.0051.
terça-feira, 22 de dezembro de 2020
SIMSED ENTRA COM AÇÃO CÍVIL PUBLICA EXIGINDO A DATA-BASE DOS ADMINISTRATIVOS
domingo, 20 de dezembro de 2020
INFORMES DA ÚLTIMA REUNIÃO DO SIMSED EM 2020
Nessa última quinta-feira (17 de dezembro), foi realizada pelo SIMSED uma reunião aberta a categoria.
As pautas foram:
O Balanço da luta de 2020;
O Currículo para o ano que vem;
Levantamento das Pautas de reivindicações da categoria à próxima gestão;
E o aumento da alíquota da previdência.
Os participantes ressaltaram a importância da mobilização realizada pelo SIMSED junto à categoria este ano, diante das inúmeras demandas: em defesa dos contratos temporários, das dobras - Administrativos e professoras/es; pelo pagamento da data-base, contra as contínuas ameaças de retorno das aulas presenciais, contra o retorno dos administrativos, quando não há necessidade; contra as remoções virtuais, contra o assédio da SME e a imposição da Plataforma AVAH e a implementaçao da educação empresarial na rede pública municipal, contra o abandono dos estudantes nesta pandemia, contra a validação do ano letivo, entre outras.
Foi ressaltada a necessidade de ampliar essa mobilização para o próximo ano.
Sobre as eleições para Diretores nas instituições de ensino ressaltou-se que faltou bom senso da SME ao encaminhar de forma precipitada e ainda em período de pandemia gerando grande dificuldade de mobilização e participação da comunidade, devido ao momento que estamos vivendo, e isso afetou o alcance do quórum mínimo de participação eleitoral em muitas instituições.
Para valorizar a participação da comunidade educacional, reivindicamos que a SME reduza o quórum mínimo para instituições que não alcançaram o quórum, e que se valide a eleição nas instituições que tiveram apenas um candidato. E onde teve dois candidatos e o quórum não foi alcançado, que o mais votado possa assumir até novas eleições em outro momento que tenha mais participação da comunidade escolar.
Saudamos os/as novos/as diretores/as eleitos/as e convidamos à compor a luta por uma Educação justa para todos!
Em relação ao currículo para o ano que vem, defendemos que antes de qualquer conteúdo novo, que os estudantes tenham acesso ao conteúdo negado a eles no ano de 2020 devido à pandemia, no caso de Goiânia que cerca de 90% dos estudantes não tiveram acesso à plataforma e aos seus professores. Assim, consideramos que no ano de 2020, os conteúdos trabalhados para acesso à maioria dos estudantes foram somente até o mês de março.
Sobre as pautas da categoria a serem entregues à nova gestão, estão entre elas:
1. Pagamento da data-base dos Administrativos;
2. Pagamento do Piso dos professores;
3. Fim das salas modulares e construção de mais CMEIs e Escolas com material de alvenaria, mais adequado e seguro.
4. Concurso público para 2021; (com pelo menos 3000 vagas - o número de contratos suspensos no período da pandemia).
5. Auxílio Locomoção para administrativos e auxiliares de atividades educativas;
6. Que a distribuição de dias letivos não sejam exaustivos;
7. Fim da obrigatoriedade de escala para os Administrativos em momento de pandemia e começo de ano;
8. Reelaboração de um novo plano de carreira para os Administrativos;
9. Reelaboração do plano de carreira para os auxiliares de atividades educativas;
10. Que a nova gestão possibilite mais intervenções pedagógicas aos docentes;
11. Novas diretrizes que norteiam a função de cada trabalhador da educação;
12. Que os direitos dos contrato
s temporários sejam cumpridos e ampliados.
A Pauta está aberta a sugestões e debates a qualquer tempo.
Contra o aumento da alíquota da contribuição previdenciária, chamamos a categoria a se mobilizar pela internet, compartilhando nossos cartazes, hashtags. E iremos construir um Ato Presencial em repúdio a esse aumento, chamamos o envolvimento com a participação de todos!
AVANTE!!!
A LUTA CONTNUA!!!
quinta-feira, 17 de dezembro de 2020
PROJETO DE LEI DO PREFEITO IRIS REZENDE QUE ELEVA CONTRIBUIÇÃO DOS SERVIDORES PARA 14% É IMORAL E DESUMANO!
O SIMSED repudia o projeto de lei complementar enviado pelo prefeito a Câmara Municipal, buscando aumentar o desconto da previdência para 14%. Ele tenta adequar a Previdência Municipal à Pec da Reforma da Previdência Federal.
Chamamos os trabalhadores a lutar contra mais esse absurdo.
Não pagou a data-base, ameaça não pagar o piso, e querem diminuir nosso salário?
Vamos à luta!
Temos que pressionar os vereadores para barrar mais esse absurdo!
quarta-feira, 16 de dezembro de 2020
O SIMSED CONVIDA TODAS E TODOS PARA A REUNIÃO ABERTA ONLINE, 17/12/2020, QUINTA-FEIRA, ÀS 19H, PELO GOOGLE MEET
O Simsed convida todos(as) trabalhadores(as) da Educação a participar da Reunião Aberta Online no dia 17/12/2020, quinta-feira, a partir das 19h, pelo Google Meet.
Finda o ano de 2020, ano de muitos ataques aos trabalhadores e sofrimento do povo, muitos ataques à Educação, no Brasil, em Goiás, em Goiânia mais ainda. Mas de forma aguerrida enfrentamos e enfrentaremos com firmeza e justiça, ainda mais unidos como classe trabalhadora!
Deste modo, reafirmamos que sua sua participação na luta neste momento singular, é de fundamental importância!
- BALANÇO DE 2020;
- DEBATE SOBRE O PLANO BIENAL PARA O CURRÍCULO DE 2021;
- PAUTAS DA CATEGORIA PARA 2021.
terça-feira, 15 de dezembro de 2020
A FARSA DA ELEIÇÃO PARA GESTÃO DAS ESCOLAS/CEIS/CMEIS
Sigamos firmes na luta contra o autoritarismo dentro das Instituições Educacionais!
O SIMSED REPUDIA A DEMISSÃO EM MASSA DOS DOCENTES FEITA PELO SESC CIDADANIA
segunda-feira, 14 de dezembro de 2020
DECLARAÇÃO DOS PROFESSORES À COMUNIDADE ESCOLAR - A VALIDAÇÃO DO ANO LETIVO DE 2020 É UMA FARSA!
SAUDAÇÕES A TODOS E TODAS!
CONFORME FOI DELIBERADO NA ÚLTIMA REUNIÃO DO SIMSED, APRESENTAMOS ÀS/AOS PROFESSORES/AS E COORDENADORES/AS PEDAGÓGICOS/AS, UMA PROPOSTA DE TEXTO PARA SER DISTRIBUIDO À COMUNIDADE ESCOLAR, NO DIA DA ENTREGA DAS "FICHAS AVALIATIVAS".
A VALIDAÇÃO DO ANO LETIVO DE 2020 É UMA FARSA!
|
DECLARAÇÃO
DOS PROFESSORES À COMUNIDADE ESCOLAR |
A
validação do ano letivo de 2020 por meio
de uma avaliação fake, é uma farsa!
Nós,
Professores da Rede Municipal de Goiânia, Esclarecemos à comunidade os motivos pelos quais consideramos uma farsa
a validação desse ano letivo de 2020:
- Durante a
pandemia, no primeiro semestre, os alunos da rede municipal ficaram abandonados
pela SME, não foi permitido contato dos professores com seus estudantes, não
havendo portanto, nenhuma possibilidade objetiva de aprendizado nestes 4 meses;
- O acesso
virtual pela plataforma AVAH, oferecida no segundo semestre, foi um verdadeiro
fracasso, pois não foi acessível aos mais de 90% dos estudantes da rede
municipal. E os que conseguiram acessar, foram de forma parcial e precária, não
possibilitando a aprendizagem de fato.
- Durante todo
esse processo, os professores e coordenadores foram continuamente assediados e
obrigados pela SME a adotar e lançar na plataforma elementos técnicos com dados
e códigos da BNCC e DC-GO, que nada tinha a ver com a realidade em que se
encontravam a maioria dos estudantes. Milhares de templates (planos de ensino),
foram feitos de forma exaustiva mas que
não serviram e não servirão para um efetivo aprendizado, que só é possível com
o contato direto com os estudantes, de acordo com a ciência. E para completar o
cenário fake, os professores estão sendo obrigados a preencher os diários, lançando conteúdos que nunca
foram trabalhados com os estudantes, pois não houve nenhum tipo de contato com
os alunos durante os meses de abril a agosto, com isso a mentiria pedagógica na
SME atingiu o seu ápice.
- Fomos e
somos impedidos de dialogar com os pais e comunidade escolar, por considerar um
ato perigoso, temem que estejamos alertando-os para o que de fato de que o que está acontecendo na Rede
Municipal de Ensino é um verdadeiro encodo, ao validar este Ano Letivo de 2020.
Deste modo,
vimos informar-lhes que mesmo sendo obrigados a assinar as fichas de aprovação,
o nosso coletivo é contrário à validação deste ano, e entendemos que as
crianças e adolescentes da rede municipal tem o direito ao aprendizado dos
conteúdos que não foram oferecidos em 2020, que sejam oferecidos em 2021.
Professores da Rede Municipal de Goiânia!
sexta-feira, 11 de dezembro de 2020
EXIGIMOS O DIREITO AO RECESSO DE 15 DIAS, AOS/AS TRABALHADORES ADMINISTRATIVOS E AUXILIARES!!!
Os Administrativos e auxiliares tem direito, através da lei 9.128 de 2011 e respaldada pela lei 9.503 de 2014, a 15 dias de recesso entre o término de um ano letivo e o início do outro ano letivo.No entanto, em ofício divulgado no dia 10 de dezembro, a SME, mais uma vez, desrespeita esse direito, insistindo para que as instituições fiquem abertas até dia 23 de dezembro e já retornem no dia 3 de janeiro de 2021. O ofício não esclarece quem deve abrir tais instituições e como será a escala de trabalho, deixando a cargo da direção de cada instituição o encarregado de organizar o recesso e a escala de trabalho para os funcionários.Em todos os anos, temos registros do desrespeito ao direito ao recesso, com escalas de funcionários sendo realizadas já no começo do mês de janeiro, onde os servidores precisam ir para a instituição sem um trabalho efetivo a ser cumprido, deste modo, colocados em situação de insegurança, já que praticamente tornam-se os vigias das escolas, CMEIs e CEIs.O ofício circular de número 064/2020, exige que as instituições fiquem abertas para o recebimento de materiais didáticos e entrega de documentos aos pais, algo que apenas a direção ou o secretário da instituição pode fazer, e entregas de materiais podem ser feita por agendamento.Portanto, exigimos que esse direito seja respeitado, já que não há motivação para que os servidores administrativos voltem antes do início do ano letivo.Que Todos os direitos sejam respeitados!
Exigimos respeito aos Administrativos!!!
quarta-feira, 9 de dezembro de 2020
NÃO AO AUMENTO DE SALÁRIOS DE VEREADORES E PREFEITO!!!
O SIMSED repudia a iniciativa da Câmara de vereadores em aumentar o salário dos vereadores e prefeito. O projeto foi aprovado hoje em CCJ e pode ser votado já amanhã em plenária.
Em plena pandemia, com milhões de trabalhadores perdendo emprego e direitos, com o salário mínimo congelado, com os servidores administrativos do município sem receber a data base, a Câmara busca aprovar um aumento de salário abusivo e totalmente imoral, de 39,4% ao prefeito e de 21,4 % aos vereadores. Quando o salário do povo trabalhador teve um aumento tão grande assim?
Isso só demonstra que apenas o povo pobre paga pela crise, inclusive nós trabalhadores da educação, com os professores podendo ficar sem o piso no próximo ano, e os Administrativos sem a data- base. Precisamos demonstrar nossa indignação e exigir que o projeto seja vetado.
Não ao aumento de salário aos vereadores e prefeito!
Vamos movimentar nossas redes e publicando esse repúdio!
Chega de privilégios mantidos pela exploração do povo!
VETO JÁ!
quarta-feira, 2 de dezembro de 2020
DELIBERAÇÕES DA REUNIÃO DO SIMSED REALIZADA NO DIA 27 DE NOVEMBRO DE 2020.
DELIBERAÇÕES DA REUNIÃO DO SIMSED REALIZADA NO DIA 27 DE NOVEMBRO DE 2020.
O SIMSED realizou no dia 27 de novembro de 2020 uma reunião aberta on line, tendo como pauta: Avaliação e Validação do Ano Letivo; Eleições para Diretores e Retorno das Aulas Presenciais / Integralidade do salário dos contratos temporários.
Em todos os pontos debatidos, foram apontados os rumos que essa administração tem dado para a Educação Municipal de Goiânia, conduzindo-a cada vez mais à precarização, através da exclusão dos estudantes ao acesso à aprendizagem dos conteúdos e negando o vínculo com a escola. Da mesma forma, acentuando o desrespeito aos trabalhadores da educação, seja dos Administrativos e Auxiliares, obrigando-os ao retorno presencial todos os dias, visto que isso seja desnecessário para esse momento de Pandemia; dos Professores, exercendo assédio institucional, forçando-os ao uso de uma plataforma inoperante e inacessível aos estudantes; aos contratos temporários, não pagando o salário na integralidade, sendo que estes estão trabalhando em dobro, bem como os demais trabalhadores efetivos.
Diante desses pontos debatidos, nos posicionamos contrários a validação do ano letivo mediante uma avaliação de um processo de ensino Aprendizagem que comprovadamente não foi efetivado, pois não houve de fato um processo de interação entre a maioria dos alunos e os seus respectivos professores.
Ressaltou-se também a necessidade de mobilizar a categoria para lutar e tomar medidas contra a naturalização do trabalho fora do turno de expediente. Vários profissionais enfrentam problemas devido ao excesso de trabalho remoto, para além do expediente a ser cumprido. Não podemos conformar com a situação de trabalho improvisado sem horários e sem justificativas. Também, será necessário criar mecanismo de diálogo com a categoria e com a comunidade sobre o absurdo crime que é a validação do Ano Letivo, pois entendemos que o Poder Público não pode negar o Direito de Aprender do aluno e muito menos o Direito de Ensinar do Professor nesse tentativa de impor esse modelo de EAD que não supre às necessidades reais da comunidade mais carente de nossa cidade.
Por fim, foram tiradas as seguintes deliberações:
1 - Produzir panfletos e vídeos denunciando a validação do Ano Letivo e a aprovação automática dos estudantes, que conduz ao projeto de falência do ensino Publico.
2 – Quanto às eleições para Diretores, que cada coletivo promova um chamado à comunidade a mobilizarem para que este processo possa ser participativo, uma vez que a SME, está tentando inviabilizar a participação democrática, fazendo de forma atropelada e de última hora! Cobrar participação democrática nas próximas gestões.
3 - Defender a solidariedade de classe entre os trabalhadores efetivos da rede, contratos temporários, professores, administrativos e auxiliares, exigindo isonomia de tratamento e respeito a todos, pagando o salário integral aos contratos temporários, data-base aos administrativos e pagamento integral de todos os direitos: auxílio locomoção e vale transporte para todos.
4 - Concluir o documento pontuando todos os elementos presentes no plano de retorno às aulas presenciais, que eles não são possíveis de serem observados dentro das instituições CEIs, CMEIs e Escolas, sem vacina. Protocolar na SME e em outros órgãos competentes;
Ainda foram sugeridas pautas para a próxima reunião:
- A realização de concurso público para 2021.
- Debate sobre o Plano Bienal para o Currículo de 2021.
Por fim, foram formadas comissões de trabalho para execução das tarefas deliberadas.
Seguimos firmes!
Avante na luta!!!










