quinta-feira, 19 de setembro de 2019

V Plenária Sindical e Estudantil





V Plenária Sindical e Estudantil

A V Plenária Sindical e Estudantil, conclama a todos/as progressistas e democráticos/as a unir forças para resistir. Necessitamos contrapor aos (des)mandos dos governantes das esferas, municipal, estadual e federal. Precisamos parar o Brasil! Dar continuidade à luta contra a "Reforma da Previdência" e as demais que virão, se continuar neste ritmo. Chamamos a todos/as a defender a educação, as riquezas naturais, a luta pela terra. Sem falar dos mais de 13 milhões de desempregados. Conclamamos a todos/as para lutarmos por uma verdadeira democracia.

ESCLARECIMENTOS SOBRE A LEI DE SUBSÍDIO DOS ADMINISTRATIVOS! ABAIXO O GOLPE CONTRA OS SERVIDORES ADMINISTRATIVO DA EDUCAÇÃO!


ESCLARECIMENTOS SOBRE A LEI DE SUBSÍDIO DOS ADMINISTRATIVOS! ABAIXO O GOLPE CONTRA OS SERVIDORES ADMINISTRATIVO DA EDUCAÇÃO!


O SIMSED vem esclarecer algumas dúvidas a respeito do projeto de lei sobre o subsídio do quadro geral dos administrativos da prefeitura de Goiânia.

Circula nas redes sociais um projeto de lei, com data de 2018, criando o subsídio para os trabalhadores administrativos da prefeitura de Goiânia. Segundo esse projeto, os trabalhadores administrativos do quadro geral passarão a receber um subsídio, de acordo com o nível de escolaridade e cargo, de acordo com uma tabela remuneratória em anexo.

Em primeiro lugar, é necessário entender que esse projeto não está em votação na Câmara e nem foi apresentado ainda em plenário ou passou pelas comissões da Câmara. Ocorreu apenas uma audiência pública realizada pelo Sindigoiânia, com a presença de alguns vereadores, que se comprometeram em aprovar esse projeto.

Esse projeto foi apresentado após o prefeito anunciar no mês de março uma lei de subsídio para os fiscais, em que buscou aumentar o salário desses em 430%.

O Sindigoiânia, tentando dividir os trabalhadores, não fez nenhuma menção em incluir os trabalhadores administrativos da educação nesse projeto. Inclusive, publicaram uma nota alegando que os trabalhadores da educação possuem um plano de carreira próprio e que a sua inclusão nesse projeto de lei atrapalhará a sua tramitação. Porém, não existe nenhum impedimento legal para que tal lei também abarque o trabalhador administrativo da educação.

Os trabalhadores da educação possuem um plano de carreira próprio, que estabelece algumas vantagens específicas, como o recesso e a jornada de 30 horas semanais. Mas isso não significa que não possa ser aprovado um projeto criando um subsídio, conforme é previsto na própria Constituição.

A existência de um plano de carreira próprio dos administrativos da educação permitiu com que esses trabalhadores tivessem uma conquista histórica motivada pelas últimas greves e lutas. Os trabalhadores administrativos da educação deixaram de receber abaixo do salário mínimo e tiveram vantagens na carreira. Porém, nos últimos anos, devido a política de arrocho da prefeitura de Goiânia, o administrativo da educação e demais administrativos do quadro geral deixaram de receber reajustes, arrochando o salário. Hoje, um trabalhador administrativo da educação recebe um salário base de R$ 1.102,41, enquanto os administrativos do quadro geral recebem R$ 961,72. 

O SIMSED convoca todos os trabalhadores administrativos da educação para uma reunião no dia 21/09 (sábado agora), às 14 horas, na Faculdade de Enfermagem da UFG, para que possamos debater esse projeto e reivindicar a inclusão dos trabalhadores administrativos da educação no mesmo. É inadmissível que os servidores da educação, que sofrem a anos com perdas salariais e vendo seus direitos sendo reduzidos fiquem excluídos do projeto da reforma administrativa que poderá ser enviado para a câmara a qualquer momento.

domingo, 8 de setembro de 2019

CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE AO PROFESSOR THIAGO OLIVEIRA


ABAIXO A PERSEGUIÇÃO AO PROFESSOR THIAGO OLIVEIRA MARTINS




O SIMSED, vem mais uma vez se solidarizar ao professor Thiago Oliveira Martins, que foi processado pelo Deputado Federal Delegado Waldir, que através de seu aparato jurídico e poder financeiro, visa criminalizar a luta popular.


Por qual motivo o Delegado Waldir processa o professor?  Devido ao professor Thiago Oliveira ter compartilhado uma publicação dos professores de Jataí contra o Deputado Federal Delegado Waldir. Ao invés de fazer o debate político, o delegado resolveu processar, sabendo das dificuldades financeiras de um professor, inclusive para pagar um advogado.


Mas quem é o professor Thiago Oliveira?


O professor Thiago é membro da Mobilização dos Professores de Goiás (AMPG) e há muito tempo vem denunciando para a comunidade escolar e para toda a sociedade qualquer tipo de injustiça, da má aplicação do dinheiro público e também defendendo os direitos dos trabalhadores.


Para os que ainda não conhecem o professor Thiago Oliveira, ele foi um dos que denunciou e lutou contra as manobras do governador Marconi Perillo ao querer implantar as OSs, que representava a TERCEIRIZAÇÃO das escolas ESTADUAIS, e que só foi barrada depois de muita luta, denúncias e ocupações. Inclusive, o professor Thiago foi um dos presos por lutar contra todas as  medidas prejudiciais  à EDUCAÇÃO. 


Como professor de história, o professor Thiago não poderia agir de outra forma que não fosse o esclarecimento de todos sobre o que vem acontecendo com o Brasil e, em especial ao nosso ESTADO de GOIÁS.


Esse é o papel do professor, ou seja, incentivar o aluno a estudar, pesquisar, criticar e lutar por seus direitos. Como o professor Thiago vive o que prega, não poderia ser diferente a sua posição em relação ao Deputado Federal Delegado Waldir.


Quem é o delegado Waldir?


Um político profissional e representante da extrema direita fascista. No Congresso Nacional sempre votou favorável aos patrões e sempre votou contra os direitos dos trabalhadores. Ele foi um dos mais ardorosos defensores da Reforma da Previdência, que prejudicará maioria das pessoas do nosso povo. Além do mais, ele é um deputado com um dos discursos mais conservadores do Brasil, na defesa de uma higienização social.


Percebe-se que nesse país, pensar é crime, falar é crime, denunciar é crime! Para as classes dominantes LUTAR É CRIME! Só não é crime: os políticos receberem altos salários para trabalhar CONTRA O POVO! Um povo que  sobrevive de migalhas, sem MORADIA,  sem HOSPITAIS, sem ESCOLA, sem EMPREGO e tantos outros mais.


O SIMSED pede apoio à todos os trabalhadores, que também se sentem injustiçados por perceber que cada vez que querem CALAR a boca de um trabalhador por falar a verdade, são a nós mesmos que querem calar. O delegado Waldir tenta intimidar o professor Thiago para que sirva de exemplo aos demais e ele continue pregando a sua ideologia fascista sem nenhuma oposição.


ABAIXO À PERSEGUIÇÃO!


LUTAR NÃO É CRIME!


A audiência ocorreu no dia 02 de setembro de 2019 no Juizado Central de Aparecida de Goiânia. Não houve acordo na audiência e o processo continua.


O SIMSED conclama a todos os trabalhadores da Educação e comunidade solidariedade ao Professor Thiago Oliveira. Toda quantia será bem-vinda para auxiliá-lo nas custas com advogado.


Agência: 1340
Operação: 001
Conta Corrente: 00025321-9
Caixa Econômica Federal
Thiago Oliveira Martins

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

NOTA DE FALECIMENTO



O Simsed vem por meio desta nota declarar imenso pesar pelo falecimento do professor  coordenador pedagógico do Colégio Estadual Machado de Assis, esfaqueado por um aluno dentro da escola, em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal nesta sexta-feira, dia 30 de agosto de 2019.


A investigação inicial aponta que Bruno Pires de Oliveira, de 41 anos, sofreu um golpe de arma branca (faca) por parte de um jovem (aluno) de 18 anos, o qual fugiu de moto após o fato. O crime aconteceu por volta das 12h30. O coordenador chegou a ser socorrido, segundo a polícia, para uma unidade de saúde em Águas Lindas de Goiás, da qual foi transferido para um hospital em Ceilândia, no Distrito Federal, todavia não resistiu ao ferimento e morreu no local em que recebeu atendimento.


Segundo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH), ao que tudo indica, o aluno ficou insatisfeito ao ser retirado de um projeto esportivo, como consequência de seu baixo rendimento escolar. Por esta razão, resolveu tirar satisfação com o coordenador agredindo-o com um golpe de faca.


O Sindicato Municipal dos Servidores da Educação (Simsed) expressa veementemente seu repúdio a todo e qualquer ato de violência aos professores, que já estão submetidos à inúmeras pressões burocráticas advindas das redes de ensino, bem como repudia também qualquer ato de violência contra alunos e/ou cidadãos, uma vez que a nossa pauta maior é a defesa de uma Educação de qualidade para todos para que a sociedade possa ser transformada em algo menos violento e transgressor como está atualmente.


A categoria dos Profissionais da Educação encontra-se cada vez mais adoecida, diante da sobrecarga de trabalho e das inúmeras problemáticas presentes no âmbito educacional. Em razão das infinitas funções a que lhe é atribuído, o professorado se vê sempre mergulhado em atividades afins durante dias, tardes e noites a fio, incluindo fins de semana, o que compromete gravemente seu bem-estar. Além disso, o professor tem se sentido cada vez mais inseguro com o que possa lhe afetar em sala de aula e/ou no interior do lócus escolar.


Diante da instabilidade demonstrada pelas famílias e estudantes, resultado da falta de investimento do governo há décadas em políticas públicas sérias nos setores de infraestrutura dessa sociedade, que tem como pano de fundo a lógica do capital, em que, de modo geral, os alunos manifestam constante desrespeito à figura de autoridade do professor em ambientes escolares, este, por sua vez acolhe todos os indivíduos, independente de sua situação afetiva e cognitiva demonstradas. Isso sem o menor respaldo “multifuncional” das Secretarias de Educação. Dessa forma, é fato que o professor precisa acolher alunos com necessidades educativas especiais, sujeitos com histórias de vida fragmentadas em dificuldades emocionais, sociais e econômicas.


Em resposta às agressões sofridas em seu ambiente, é comum a manifestação agressiva de muitos alunos àqueles que representam autoridade mais próxima, principalmente o Estado, no caso afigurada no professor, de quem é cobrado a manutenção da ordem e o cumprimento da disciplina, além da tarefa de ensinar. Com isso, já podemos visualizar no Brasil atos bárbaros de violência, chegando à máxima configurada em assassinatos, como foi o caso recente do professor coordenador Bruno Pires de Oliveira.


O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) dispõe em seu Artigo 17 que, “o direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, ideias e crenças, dos espaços e objetos pessoais.” Porém, o Estado, o Ministério Público, os Conselhos Escolares, por várias circunstâncias se omitem quanto às diversas situações de risco em que se encontram esses indivíduos, abandonados por suas famílias e responsáveis. Logo, consequentemente estarão sujeitos à marginalização e criminalização social. Se omitem na atenção efetiva para estas questões não oferecendo suporte estrutural para o amadurecimento emocional e psíquico que sustente seus objetivos e sonhos.


Por outro lado, considera-se violência contra os servidores, qualquer ação ou omissão decorrente da relação de sua profissão que lhe cause morte, lesão corporal, dano patrimonial, psicológico ou psiquiátrico praticada direta ou indiretamente no exercício do seu trabalho, assim como a ameaça à integridade física ou patrimonial do servidor.


Com um olhar mais profundo sobre toda essa problemática, concluímos que não há no Estado de Goiás um projeto sério e eficiente que determine com clareza as medidas preventivas, bem como a possibilidade da criação de equipes multifuncionais nas superintendências regionais de ensino (SREs) para mediação eficaz de conflitos nas escolas estaduais e municipais.  O Estado permanece inerte sobre a efetiva prevenção e combate à violência nas escolas. Ao contrário disso, se aproveita destas situações mais graves para difundir o projeto da Educação de modelo militar adotando o sistema de repressão. Ao invés de tratar o mal  (problema) pela raiz, isso gerará problemas ainda maiores de explosão da violência, de modo que professores, demais trabalhadores e os próprios alunos permanecem  à mercê do descaso e consequente  insegurança.


Mais uma vez, o Simsed lastima a perda irreparável da vida de Bruno Pires de Oliveira e se solidariza com sua família bem como colegas e alunos do Colégio Estadual Machado de Assis. E conclama a todos para a Luta por garantia do direito à Educação justa, gratuita e de qualidade para todos.

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

JUSTIÇA CONDENA MUNICÍPIO DE GOIÂNIA A PAGAR ADICIONAL DE TITULARIDADE RETROATIVO A SERVIDORA DO MAGISTÉRIO PÚBLICO




Servidora Efetiva do Município de Goiânia, exercendo cargo de magistério da Rede Municipal de Educação, entrou com pedido administrativo requerendo a concessão do Adicional de Titularidade. O Município concedeu o benefício, mas ignorou o período entre a data que foi feito o requerimento e a data da concessão. Assim, a servidora ingressou com ação judicial para receber valores retroativos devidos pelo Município referentes ao Adicional de Titularidade, correspondentes a esse período. 

O Juiz do 2º Juizado Especial da Fazenda Pública de Goiânia condenou o Município de Goiânia a pagar à servidora os valores referentes ao Adicional de Titularidade retroativos à data do Requerimento Administrativo. Segundo o magistrado: “os efeitos vencimentais decorrentes, devem retroagir à data do requerimento administrativo, uma vez comprovado nesse mesmo momento a habilitação acadêmica, com o respectivo certificado ou diploma devidamente anotado no Ministério da Educação, quando assim a lei o exigir”. 

O Juiz rechaçou a justificativa do Município de que não seria possível pagar os valores retroativos por ser necessária a contenção de despesas. Segundo ele “não se afigura razoável sujeitar o servidor a prejuízo decorrente de possível demora, ainda que diante de contenção de despesas (Decretos municipais 1248, de 15/05/2014, e 2718, de 14/11/2014), mesmo porque norma administrativa, não se sobrepõe à lei em sentido formal e não pode haver expropriação de direito de natureza patrimonial do servidor, a pretexto de responsabilidade fiscal; antes deve haver a compatibilização dessas imposições legais”.

Tendo em vista que o processo foi julgado “em lote”, junto de vários outros processos, a sentença também reconheceu, sob os mesmos fundamentos expostos acima, o direito ao Adicional de Titulação aos Trabalhadores Administrativos da Educação do Município de Goiânia.

Assim, o SIMSED convida todos os interessados a agendar uma entrevista com nossa Assessoria Jurídica, para avaliar a possibilidade de acionar o Poder Judiciário com objetivo receber os valores retroativos de benefícios concedidos em atraso, em especial o Adicional de Titulação/Titularidade, freqüentemente implementado em atraso.

Contato dos Advogados:

Pedro Lourenço (62) 99157-4690
Hugo Escher (62) 99221-8598
Breno Adorno (62) 99610-1994

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Adquira sua camiseta personalizada do SIMSED!



Adquira a camiseta do SIMSED, fazendo sua encomenda pelo contato especificado no cartaz (Val - 62 991780461 WhatsApp). 

As encomendas poderão ser feitas do dia 06 até 10/08/2019.

Administrativo: R$20,00
Professor: R$25,00

Será paga à Comissão do SIMSED e entregue no dia 13 de agosto de 2019 das 15:30h às 17:00h na Praça Universitária (Monumento da Gestante) durante o ato: Greve Geral de Resistência Nacional.


Informes sobre a Reunião realizada no dia 03/08/2019

No dia 03 de agosto de 2019  às 14h na Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás ocorreu uma reunião do Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação (SIMSED).


Primeiramente foi feita avaliação da crise internacional bem como momento político atravessado no país, tendo-se discutido pontos essenciais como: os acordos com a União Europeia; os graves cortes na Educação; a proposta do “Future-se” (iniciativa proposta pelo Ministério da Educação - MEC, com o objetivo de firmar parcerias entre a União, as universidades e as organizações sociais, além de estimular a captação de recursos próprios, que auxiliem na sua manutenção, isto é, nova aberração de financiar o Ensino Público); a ocupação cada vez mais abusiva dos latifundiários e mineradoras em terras nacionais; a aprovação da Reforma da Previdência sem uma resistência de maior impacto por parte das centrais sindicais brasileiras; as manipulações do Governo como tentativas de desmobilizar as massas resistentes.


Contudo, foi dito que apesar de toda a ofensiva apresentada pelo Estado faz-se urgente e necessário que nossa classe, a dos explorados por esse sistema, permaneça unida para lutar e resistir contra todos os ataques apresentados pelo Estado repressivo e autoritário.


Em segundo lugar, foram discutidos os resultados da audiência da Professora Dalva, símbolo feminino de luta e resistência na Educação Municipal de Goiânia. O arquivamento do processo foi fruto de uma demonstração da força política e união da categoria. Pagar uma indenização de 20 mil reais e mais a retratação  (que de qualquer maneira teria que ser feita) foi vitoriosamente reduzida à doação de mil reais à Instituição Vila São Cotolengo. Retratar-se na rede social, como foi feito pela Professora Dalva não é sinônimo de submissão e entreguismo. Pelo contrário, não somente ela como toda a categoria estará sempre acompanhando e contestando as ações dos políticos e cada votação, ocorrida na Câmara dos Vereadores que vier desfavorecer o povo.


Por fim, discutimos sobre nossas próximas ações e deliberamos que:


1. Faremos as camisetas personalizadas do SIMSED apenas sob encomenda, sendo que o valor cobrado para administrativos será R$ 20,00 e para professores, R$ 25,00. Receberemos as encomendas do dia 06/08/2019 (a partir das 13:00h) ao dia 10/08/2019 (até às 18:00h). As mesmas serão pagas ao SIMSED e entregues no dia 13/08/2019 das 15:30h às 17:00h na Praça Universitária (Monumento da Gestante), no grande ato: Greve Geral de Resistência Nacional;


2. No dia 13/08/2019 das 15:30h às 17:00h, na Praça Universitária (Monumento da Gestante), no ato: Greve Geral de Resistência Nacional, venderemos adesivos (tamanho A4) no valor de R$ 5,00;


3. No dia 31/08, será sorteada a rifa (R$5,00), concorrendo a um som para ajudar nas finanças da Plenária Sindical e Estudantil;


4. O Evento Cultural do SIMSED deverá ser agendado no Goiânia Ouro até o dia 09/08/2019 pelo diretor do SIMSED para se dar início à organização do mesmo;


5. O Boletim Informativo do Simsed deverá ser finalizado até o dia 16/08;


6. O SIMSED deverá realizar visitas às escolas para distribuir os Boletins Informativos e dialogar com a categoria;


7. Nos meses de outubro, novembro e dezembro deverão acontecer dois encontros quinzenais de Formação Política, sendo estes presencial e semi-presencial. Os eixos definidos foram: Estabilidade, FUNDEB, BNCC, LDB e Reforma da Previdência. Para tanto, deve-se elaborar em caráter de urgência um projeto para ser aprovado e assinado por um professor que valide o curso de 40h.


Por fim, concluiu-se que a reunião do SIMSED foi bastante produtiva e participativa, demonstrando mais uma vez sua capacidade de se representar e organizar.


O caminho certeiro é: RESISTIR PARA TRANSFORMAR, sempre!

domingo, 4 de agosto de 2019

PARALISAÇÃO NACIONAL: GREVE GERAL DE RESISTÊNCIA NACIONAL


A Plenária Sindical e Estudantil convida a todos (as) para participarem de mais uma manifestação contra o fim da aposentadoria, pela revogação da "reforma trabalhista", contra os cortes da Educação, em defesa do direito à livre organização, contra a intervenção militar e repressão aos pobres do campo e da cidade!

Concentração da Plenária Sindical e Estudantil: Praça Universitária (Monumento da Gestante)
Data: 13/08/2019
Horário: 15:30h

É hora de paralisar e ir às ruas protestar!!! 

É Greve Geral de Resistência Nacional!