terça-feira, 30 de junho de 2020

REUNIÃO ABERTA ONLINE - PAUTA: DATA-BASE DOS ADMINISTRATIVOS.




O SIMSED CONVIDA TODOS/AS OS/AS TRABALHADORES/AS DA EDUCAÇÃO PARA UMA REUNIÃO ABERTA ONLINE.

PELO APLICATIVO TEANLINK

PAUTA: DATA-BASE DOS ADMINISTRATIVOS.

VAMOS À LUTA, EXIGIR DO PREFEITO IRIS REZENDE O CUMPRIMENTO DA LEI DA DATA-BASE!

domingo, 28 de junho de 2020

ACOMPANHE A LIVE SOBRE O AVANÇO DO CORONAVÍRUS, DATA-BASE DOS ADMINISTRATIVOS, LUTA DOS CONTRATOS E DOBRAS, PLATAFORMA E CURSO DA SME



O SIMSED CONVIDA TODA A CATEGORIA E COMUNIDADE PARA ACOMPANHAR MAIS UMA LIVE DE DEBATES SOBRE A LUTA DA EDUCAÇÃO.

DIA 29/06/2020, SEGUNDA FEIRA
19 H

PAUTA:
O AVANÇO DO CORONAVÍRUS, DATA-BASE DOS ADMINISTRATIVOS, LUTA DOS CONTRATOS E DOBRAS, PLATAFORMA E CURSO DA SME.

NA PÁGINA DO SIMSED NO FACEBOOK.

CADÊ A DATA-BASE, PREFEITO E VEREADORES?!


Cadê a Data-Base, Prefeito e Vereadores!?



Os Servidores Administrativos da Educação Municipal de Goiânia (funções de auxiliar de atividades educativas, secretaria, cozinha e limpeza, portaria, sala de informática  e leitura) ainda estão sem receber a Data-Base desse ano, uma correção salarial justa mediante o aumento do preço dos produtos básicos para a sobrevivência, e um direito previsto na Constituição. Esse reajuste salarial, que não é aumento, e sim uma correção do salário, deveria ter sido paga em janeiro, quando é previsto o pagamento da Data-Base da educação, porém, a Prefeitura costuma postergar para o mês de maio  este reajuste, quando se paga todos os Servidores Administrativos do município, mas isso também não aconteceu.

Este ano, aproveitando desse momento de pandemia, a Prefeitura e a Câmara de Vereadores deixaram de lado o cumprimento desse direito e nada se fala sobre medidas para o pagamento da Data-Base. Também não foi lançado nenhum decreto desautorizando o pagamento, como foi o caso do decreto 896/2020, ao qual suspendeu os contratos temporários e cortou vários benefícios como o vale transporte, além de gratificações. Não existe nenhum documento falando da impossibilidade de se pagar a Data-Base.

É importante lembrar que muitos Servidores Administrativos no momento estão sobrevivendo com pouco mais de um salário mínimo, sem contar ainda aqueles servidores que estão recebendo menos de um salário mínimo. Os únicos que recebem um pouco acima do mínimo, são os auxiliares de atividades educativas, graças ao adicional de 30%,  conquistado através de muita luta, e greve.

Se a Data-Base de 2020  não for paga agora, Com a lei de empréstimo aos Estados e Municípios protocolada esse mês, que congela o salário dos servidores por dois anos,  esses servidores correm o risco de permanecerem 3 anos com os salários congelados, já que a última correção salarial aconteceu com a
Data-Base de maio de 2019 que foi parcelada.

Na prática, o que vamos ter é uma desvalorização drástica no salário desses servidores, já que o salário permanece o mesmo, mas os preços aumentam, representando uma grande perca do poder de compra.

São os Servidores Administrativos, parte fundamental no funcionamento das Escolas e CMEIS, e sem eles a prática pedagógica dos professores seria impossível de ser realizada. São as/os Auxiliares de Atividades Educativas que permanecem junto com as crianças em todo o período que elas passam nos estabelecimentos de ensino, que ajudam os Professores nas atividades, que olham as crianças no momento do sono e que ajudam no cuidado higiênico destas. São as Merendeiras e Merendeiros que preparam a alimentação dessas crianças, são as(os) Auxiliares de limpeza que deixam o ambiente escolar higienizado e em condições de bom uso tanto para os alunos quanto para todos os servidores, e são os Auxiliares de secretaria, informática e leitura que ajudam a solucionar os problemas administrativos que todas as instituições precisam resolver.

Com toda a desvalorização que o não pagamento da Data-Base irá causar, o que vamos ter é uma grande desmotivação desses profissionais, ocasionando possíveis pedidos de afastamento, doenças psicológicas, abandono de carreira. Não é por acaso que existe um grande déficit de Profissionais na Rede Municipal de Ensino e tantas desistências. Tudo isso atrapalha na qualidade do ensino oferecida pelas instituições da Rede Municipal de Goiânia.

Não podemos aceitar mais esse desrespeito com os trabalhadores da educação por parte do prefeito e dos vereadores.

Exigimos a Data base às trabalhadoras e aos trabalhadores Administrativos do município de Goiânia!

sábado, 27 de junho de 2020

NOTA DE FALECIMENTO



É com imenso pesar que o  SIMSED lamenta o falecimento da Professora Maria Emília de Sousa, diretora da Escola Municipal Bernardo Elis, no Bairro São Carlos em Goiânia.

Rememoramos e agradecemos com imenso carinho pelos anos de dedicação e amor à Luta por  uma Educação Pública e de Qualidade em nossa cidade.

Prestamos nossas mais sinceras condolências e solidariedade aos familiares e amigos.

Apesar de quão infrutíferas sejam as  palavras para nos solidarizarmos nesse momento de perda e dor, estimamos que permaneça viva a forma como a companheira percorreu sua jornada.

Pois, dessa forma, seu legado de amizade, engajamento, humanidade e uma inspiradora luta por uma educação pública, gratuita e de qualidade permanecerá vivo em todos aqueles que  tiveram o privilégio de conviver com ela e que também, de alguma forma, foram afetados pelo seu espírito guerreiro e humano.

Querida companheira Maria Emília, sua luta continuará viva!

quinta-feira, 25 de junho de 2020

VÍDEO: PELO PAGAMENTO INTEGRAL DOS CONTRATOS E DOBRAS! PELO RETROATIVO! PELO DIREITO DOS CONTRATOS VENCIDOS DURANTE A PANDEMIA! PELA UNIFICAÇÃO DO ANO LETIVO 20/21!


BALANÇO DA LUTA CONTRA O DECRETO 896/2O20.


BALANÇO DA LUTA CONTRA O DECRETO 896/2O20.

No último dia 13 de abril, o prefeito Iris Rezende assinou um decreto que deixou sem salário mais de 3 mil trabalhadores da educação municipal de Goiânia. A partir daí começou uma luta dos trabalhadores pela retomada do salário perdido em meio a uma grande pandemia e crise social.

Muitos trabalhadores se organizaram por meio das redes sociais e também através de carreatas e outras manifestações, para denunciar o decreto da fome estabelecido pelo Prefeito Iris Rezende.  O Simsed, por meio de sua assessoria jurídica, entrou com uma  Ação Popular na justiça pedindo o fim do decreto 896/2020, somando na luta justa dos contratos, e também com seu advogado defendeu os trabalhadores que foram detidos em uma carreata.

Toda essa pressão autônoma da classe trabalhadora, tanto nas ruas como nas redes sociais trouxe uma comoção para a sociedade e também pressionou os vereadores para que tomassem alguma atitude, pois especialmente em época de eleição, não queriam ver seus nomes cúmplices de uma medida que deixou milhares de famílias em situação crítica. 

Porém, isso não impediu que os vereadores se envolvessem em uma luta oportunista para tirar créditos dessa situação. A base e a oposição ao prefeito travaram debates que no fim, apenas prolongava a situação de fome que os trabalhadores viviam com suas famílias (que contavam apenas com a solidariedade de classe de seus colegas, organizando grupos de ajuda, doando cestas básicas).

No dia 14 de abril, um dia após se estabelecer o famigerado decreto da fome (896/2020), algumas vereadoras protocolaram um decreto que anulava o decreto do prefeito e voltava à normalidade a situação dos contratos. Tal decreto revogador foi votado quase um mês depois, no dia 12 de maio, em desfavor dos trabalhadores, apenas após denúncias e manifestações nas redes sociais, carreata nas ruas, pressionando os representantes políticos e  denunciando a atitude desumana do prefeito de Goiânia.

Porém, os vereadores da base do prefeito conseguiram barrar o decreto, e a partir daí começaram a articular com a prefeitura  formas políticas de se defenderem das críticas justas dos contratos, que se indignaram com a prolongação da suspensão de seus contratos. Muitos vereadores que até então não haviam demonstrado a menor preocupação com a luta dos trabalhadores da educação, e até votado pela manutenção do decreto da fome, de repente se mostraram sensibilizados e dispostos a ajudarem, mas por que já não pressionaram antes? Por que  só agiram depois que seus nomes foram expostos como traidores dos trabalhadores?

No mês  de maio e começo de junho esses vereadores prometeram inúmeros acordos favoráveis a causa dos contratos, mas de reunião em reunião, a situação se prolongava sem respostas e medidas imediatas. Somente depois de uma manifestação articulada pelo Simsed e pela Comissão dos Contratos é que surgiu alguma luz no fim do túnel e mais de 2 meses depois, no dia 17 de junho, outro decreto foi assinado, autorizando o pagamento dos servidores da educação que estavam com os contratos suspensos, contudo, essa nova lei não resolve todos os problemas que o decreto 896/2020 causou e tem várias limitações:

Os professores contratos vão receber apenas metade (50%) do salário que eles possuem direito.

As dobras que também foram suspensas, não entraram no acordo.

Os contratos que chegaram ao fim nesse tempo de suspensão foram cancelados e eles não receberam nenhum tipo de acordo financeiro.

A luta não pode acabar enquanto não houver solução para todos os males que este decreto causou em todos os trabalhadores por ele afetados.
Ressaltamos a importância de continuarmos na luta pelo direito de todos, e por uma educação de qualidade para todos.

Avante!
A luta continua!

segunda-feira, 22 de junho de 2020

REUNIÃO ABERTA ON-LINE - DATA-BASE - Dia 23, terça-feira.




 
Reunião aberta on-line, terça-feira (23/06), às 19 h.

Pauta: Data-base dos trabalhadores administrativos.

https://m.teamlink.co/7908940420?p=e10adc3949ba59abbe56e057f20f883e

quarta-feira, 17 de junho de 2020

O SIMSED VAI MANTER A MANIFESTAÇÃO DE AMANHÃ! A LUTA NÃO TERMINOU!

O SIMSED VAI MANTER A MANIFESTAÇÃO DE AMANHÃ! A LUTA NÃO TERMINOU!

CARTA DE REIVINDICAÇÕES


O Simsed, junto à categoria, vem reivindicar a revogação do decreto 896/2020. Queremos salientar que a lei aprovada ontem, dia 17 de junho, atende parcialmente nossas reivindicações.

A garantia de retorno dos contratos temporários foi importante, pois o prefeito admitiu o seu erro e iniciou a correção de uma injustiça.

Porém, muitas coisas ainda ficaram pendentes e esquecidas. Por isso, reivindicamos pelo:

1. Pagamento integral dos contratos e dobras: pagar apenas 50% do salário base dos contratos em plena pandemia continua sendo injusto. Os contratos precisam ser tratados como qualquer outro profissional da educação, pois realizam as mesmas atribuições.

2. Pagamento do salário para os/as trabalhadores/as que tiveram os contratos vencidos durante o decreto de suspensão. 

3. Pagamento do retroativo referente aos  meses de abril e maio para todos/as os/as trabalhadores/As prejudicados/ as pelo decreto.

4. Reestabelecimento das dobras, como foi feito com os apoios. A prefeitura precisa agir com o princípio da isonomia.

5. Garantia oficial do retorno do do auxílio locomoção e do vale transporte a partir da retomada das aulas presenciais.


A luta continua! 
Nenhum direito a menos!

REUNIÃO ON-LINE PARA PREPARAR ATO DAS DOBRAS E CONTRATOS, hoje, às 19 h.








Reunião aberta on-line, quarta-feira (17/06), às 19 h.

Pauta: Mobilização e preparação do ato pela reativação das dobras e contratos.

Link: https://m.teamlink.co/7908940420?p=e10adc3949ba59abbe56e057f20f883e

segunda-feira, 15 de junho de 2020

MANIFESTAÇÃO PELA READMISSÃO DOS CONTRATOS E DOBRAS.




O SIMSED E A COMISSÃO DOS CONTRATOS, CONVIDA TODOS/AS OS/AS TRABALHADORES/AS  DA EDUCAÇÃO A SE UNIREM E PARTICIPAREM DA GRANDE  MANIFESTAÇÃO PELA READMISSÃO DOS CONTRATOS E DOBRAS. 

LOCAL: PAÇO MUNICIPAL.
DIA: 18/06 (QUINTA-FEIRA)
HORÁRIO: 9H.

AVANTE!

A LUTA CONTINUA!

O PODER E A FORÇA ESTÁ NA NOSSA UNIÃO!